Até onde se sabe algumas alergias não tem cura, mas a boa notícia é que existem tratamentos que podem deixar a rotina dos alérgicos mais confortável e em certos casos amenizar ou até desaparecer os sintomas, mudando a vida de indivíduos alérgicos.

Enquanto a prática mais comum era evitar o contato com a substância alérgena, alguns tratamentos cada vez mais apresentam a ideia contrária com a imunoterapia, a dessensibilização alimentar e a bioterapia, avanços da medicina que vem reduzindo os riscos de reações mais graves.

Fundada em 2000 pelo Prof. Dr. Luiz Werber Bandeira, a Clínica Imunoderm é referência internacional em Imunologia e Alergia, resultado conquistado após anos de dedicação, estudos, pesquisa científica e experiência do médico, adquiridos em sua trajetória notável de mais 30 anos junto à Unidade de Imunologia Clínica e Experimental da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro.

Todos os atendimentos da rede Imunoderm seguem o protocolo criado pela Unidade de Imunologia Clínica e Experimental da Santa Casa do Rio de Janeiro, do qual Dr. Luiz Werber Bandeira foi seu maior responsável, uma contribuição para a medicina brasileira.

O protocolo consiste em realizar procedimentos diagnósticos padronizados internacionalmente e terapias específicas e personalizadas para cada caso, utilizando matéria prima da mais alta tecnologia.

Além dessa dedicação histórica à Imunologia, a Imunoderm também se dedica a vanguarda de estudos na área, com estudos e parceria com universidades para uso da imunoterapia em outras doenças, como o câncer, onde tem tido avanços nos últimos anos. Em 2016, por meio do projeto ASAS, a clínica firmou um convênio com a Ulaval – Universidade de Laval, de Quebec, Canadá, centro avançado em pesquisa para tratamento do Câncer com intuito de contribuir e desenvolver pesquisa de tratamento oncológico e intercâmbio entre os médicos.

No início do século 20, a alergia era uma doença rara, sendo mais conhecidas as de picadas de insetos, mas desde então vários fatores relacionados as aglomerações e arranjos urbanos desencadearam o seu aumento e as alergias tem avançado consideravelmente, especialmente as respiratórias, alimentares, além das ocupacionais e medicamentosas. A alergia é uma reação imunológica contra uma substância à qual o indivíduo é sensível e pode causar sintomas variados e graves, como urticárias, problemas na pele, diarreias ou reações como a anafilaxia e inflamações causadas por longa evolução como a rinite alérgica e a asma brônquica, entre outros.

A imunoterapia é um dos métodos mais eficazes no tratamento de alergias, especialmente as respiratórias e às pessoas com sensibilidade ao pólen, ácaros, fungos, poeira doméstica e venenos de insetos. Essa técnica é conhecida também como vacina para alergia, pois consiste em aplicar doses leves e crescentes do alérgeno, ao qual o paciente é sensível, por um período, e tenta reeducar o sistema imunológico para tolerar o alérgeno.

O diagnóstico correto e o acompanhamento médico constante são fundamentais, especialmente quando o tratamento farmacológico é insatisfatório. Referência em imunoterapia, a clínica Imunoderm é especializada em diversos tipos de alergia, conduzindo os pacientes ao alívio dos sintomas com procedimentos que são um avanço no tratamento destes distúrbios. Os pacientes que apresentam alergias passam por testes para verificar exatamente a que eles são alérgicos. Uma vez que isso tenha sido identificado, um regime de tratamento é implantado.

Nos últimos anos, a Imunoderm tem se debruçado em parcerias nacionais e internacionais, estudos e protocolos inovadores com intuito de desenvolver mais conhecimento para fortalecer o sistema imunológico a combater infecções e doenças, gerando alívio aos pacientes e estratégias de prevenção e tratamento para saúde pública.

De acordo com o “Livro da Organização Mundial de Alergia”, de 2013, a OMS estima que 400 milhões de pessoas no mundo sofrem de rinite alérgica e 300 milhões de asma, o que mostra a escala do problema, isto sem considerar outros tipos de alergia, que podem se alterar nos próximos anos, com números cada vez maiores de alérgicos que geram preocupação com a economia pública da saúde.

DESSENSIBILIZAÇÃO ALIMENTAR

Até pouco tempo atrás, pessoas com alergia a algum alimento tinham de eliminá-lo de sua dieta. Mas pesquisas recentes também têm demonstrado a eficácia de uma nova alternativa: a imunoterapia por dessensibilização, que consiste em expor o paciente a quantidades pequenas e crescentes do alimento que provoca a reação alérgica. E caso a resposta do paciente seja positiva, ele não precisa mais se privar do ingrediente. Essa é uma mudança recente que tem ocorrido também no tratamento de alergias a alimentos mais comuns, como leite, ovo e trigo.

A alergia ocorre quando há um erro no sistema imunológico. Com a função de nos defender, o sistema pode errar nessa tarefa e provocar uma reação forte contra um alimento que, para outras pessoas, seria inofensivo.

Consulte um médico alergista para saber mais detalhes desses tratamentos e saber se algum deles é indicado para o caso de seu familiar.

Estudos apontam caminhos na imunoterapia para tratar outras doenças

Mais recentemente também conhecido como terapia biológica ou bioterapia, a imunoterapia tem crescido no uso de substâncias referidas como modificadores de resposta biológica (BRMs). O corpo geralmente só produz pequenas quantidades desses BRMS em resposta a uma infecção ou doença, mas no laboratório, grandes quantidades desses BRMs podem ser gerados e tem sido investigados como meio de obstruir alguns tipos de câncer e inflamações graves como a doença de Chron e a artrite reumatoide, entre outras doenças.

Na imunoterapia contra câncer, certos pedaços do sistema imunológico são usados ​​para combater o câncer de várias maneiras. Algumas terapias biológicas são projetadas para aumentar o sistema imunológico, enquanto outras ajudam a treinar especificamente a resposta imune às células alvo de câncer.

A imunoterapia pode ser usada sozinha ou em combinação com outras terapias, dependendo do tipo de câncer que um paciente tenha. Mas ainda há muito a ser pesquisado e descoberto na imunoterapia.

IMUNOTERAPIA

Vacinas “spray” nasal para alergia

Vacinas subcutâneas para:

Alergia
Imunidade
Furunculose
Herpes
Candidíase
HPV

INFECÇÕES DE REPETIÇÃO

Furunculose
Micose
Herpes
Candidíase
HPV
Terçol

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